Ilha do Campeche – Florianópolis

Amigos leitores, esse é o último post da minha viagem à linda cidade de Florianópolis. Eu não poderia deixar de escrever sobre essa ilha paradisíaca chamada Ilha do Campeche.

Não preciso dizer o que dia estava lindo

Não preciso dizer que o dia estava lindo

Infelizmente, como já mencionei nos outros posts, realizei essa viagem sem ter a intenção de escrever sobre ela, então, muita coisa tive que puxar pela memória e não foi fácil..rs

Esse passeio foi indicação de minha amiga Luciana Hazin do blog Na Mesa com Lu Hazin e a partir daí resolvi incluir no meu roteiro de viagem. Vale dar uma olhada no post gastronômico dela, nesse link (E viva Floripa).

Um fato que achei interessante é que Florianópolis já é uma ilha, entretanto, “possui” essa outra ilha – de dimensões consideravelmente menores que a da capital de Santa Catarina. Abaixo dá para ter essa noção.

Ilha de Campeche

Ilha de Florianópolis e Ilha de Campeche

Localizada na costa leste de Florianópolis, em frente à Praia do Campeche, a ilha possui um rico ecossistema e abriga representativa parcela do patrimônio arqueológico do Estado de Santa Catarina. Formada por costões e morros recobertos de Mata Atlântica, possui uma única praia com areia fina e extremamente clara. O mar, que tem coloração variando entre verde e turquesa, possui poucas ondas, agradando a mergulhadores e crianças.

Existem, basicamente, três formas de chegar à ilha: de bote motorizado pela Praia do Campeche, duração de 10 minutos; por barcos de empresas de turismo saindo de Barra da Lagoa, duração de 1 hora e meia; e, por fim, através de barcos maiores (antigas baleeiras) que saem da Praia da Armação.

Nós escolhemos ir diretamente da Praia da Armação, pois apesar do tempo de deslocamento ser bem maior – por volta de 40 minutos-, a namorada morre de medo de barco e ir de bote não seria uma boa ideia. Além disso, aproveitamos também para conhecer mais essa praia. Pelo que entendi é o que a maioria dos turistas faz.

A praia da Armação fica localizada a cerca de 25km do centro de Florianópolis. É indicado chegar cedo (por volta das 09:00) para pegar a embarcação, pois a visitação à Ilha do Campeche é limitada a 800 pessoas por dia e corre o risco desse limite já ter sido atingido e a ilha ser “fechada” pelo pessoal do Iphan.

Há um tempo máximo de permanência na ilha que é de cerca de 4 horas, pois o barco fica esperando para levar os turistas de volta à Praia da Armação. O que pode ser feito é voltar em algum outro barco que chegou depois, mas para isso é necessário que alguém que tenha chegado nesse outro barco troque com você. Como é uma cooperativa de barcos, tanto faz para eles se você volta em um ou outro barco.

Avistando a ilha, após navegar em alto mar

Avistando a ilha, após navegar em alto mar

A ilha do Campeche não possui pier, por isso o barco chega perto da areia e os passageiros descem diretamente na água, através de uma escadinha, com a ajuda de um tripulante do barco.

No desembarque, os turistas são recebidos por guias credenciados do Iphan que fornecem algumas recomendações sobre a permanência na ilha, tais como, não deixar o seu lixo na areia e não alimentar os quatis (que são muito abusados e roubam comida).

Além disso, os guias orientam sobre a possibilidade de fazer algumas trilhas que levam para outras partes da ilha – dentro da mata. Essas trilhas devem ser, obrigatoriamente, feitas com esses próprios guias e são pagas separadamente (valores que não passam de R$20,00 por pessoa). Eu não fiz nenhuma trilha, pois não levei tênis e não quis fazer de chinelo, mas me arrependi de não ter feito. A ilha possui muitas pedras com inscrições rupestres e que ainda são um mistério. Infelizmente perdi essa oportunidade.

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

Foi difícil selecionar as fotos para colocar no post. Essas eu não poderia deixar de registradas por aqui.

Ilha de Campeche

Ilha de Campeche

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

Ilha do Campeche

A ilha possui dois restaurantes com mesinhas e guarda-sol. Consumindo ao menos uma água mineral você já pode ficar em suas mesinhas. O preço dos petiscos, refeições e bebidas é bastante razoável e, até mesmo, mais barato do que vimos em algumas prais pelo litoral.

Antes de ir, eu pesquisei sobre esses dois restaurantes em diversos blogs e cheguei a conclusão que o restaurante da esquerda (olhando de costas para o mar) era o melhor custo x benefício, porém não fui ao outro para tirar a prova. Só sei que a cerveja estava gelada e o petisco estava bom.

Vista das mesas do restaurante

Vista das mesas do restaurante

Vista das mesas do restaurante

Vista das mesas do restaurante

Então… Espero que tenham gostado e ficado com vontade de conhecer o lugar. Aproveitem e vejam os outros dois posts que fiz da cidade.

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Bruno Oliveira

Blogueiro em Sempre na Viagem
Carioca, servidor público, amante de viagens e corredor amador. Fascinado por fotografia e por conhecer novos lugares. Blogueiro e, a cada dia, mais ansioso por viver e viajar, é claro.
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9 comentários

  • Muito legal, estive lá faz uns anos. É incrível como a cor da água pode ser tão diferente da do Campeche que deve dicar a uns 2km de distância. Na época levei um snorkel e aproveitei pra mergulhar nos costões. Uma dica legal é ir quando estiver soprando vento sul aí vem uma correnteza de águas ainda mais cristalinas do Norte e também não ir muito próximos de dias que choveu porque podem cair muita sujeira natural do mato na água. Tenho que marcar pra ir de novo lá! Escrevi um post também mas um pouco mais concentrado em dicas do Campeche, se quiser conhecer: https://www.muva.com.br/blog/2015/11/13/10-dicas-para-voc-conhecer-a-praia-do-campeche

  • Muito bom! Quando voltarmos a Floripa não deixaremos de ir a esse lugar.

  • Bruno, depois de um post com imagens tão lindas como essas e sua, verdadeira, preocupação em fornecer informações de qualidade, ficou impossível não comentar (rs).
    Parabéns pela postagem e pela viagem… cara, ao término da leitura deu vontade de acordar lá!

    PS.O novo layout está excelente, a galeria de imagens me desperta o desejo de visitar mais e mais seus post’s.

    Grande Abraço e mantenha-se “Sempre na Viagem” (rs)!
    Robson Sobrinho.

    • Robinho… É difícil tirar fotos ruins por lá. Quem bom que curtiu o novo layout do Blog. Eu também achei que combinou bastante com o meu tipo de conteúdo.. Abraços. Estou “Sempre na Viagem”, mesmo que seja sentado na mesa do trabalho..rs

  • Amo este lugar! Já passei vários verões por lá…e sempre dá vontade de voltar!
    Muito bacana seu post!

    • Que bom que curtiu.. Realmente é um lugar bacana demais.. Mas eu sempre fico com pena de voltar ao mesmo lugar, já que há tantos lugares legais para conhecer pelo Brasil / Mundo.

  • Esqueci de dizer que ficou ótimo o novo layout!

    • Obrigado Lu. Estou curtindo esse lance de blogar. Com o tempo a gente vai acertando alguns detalhes. O mais legal é que sempre que escrevo fico com mais vontade de fazer outras viagens e já penso nos posts sem ao menos ter ido no lugar..rs

  • As fotos estão liiiiindas Bruno!!! No dia que fui, estava também um dia maravilhoso e a água cristalina!! Paraíso! Volto lá qualquer dia.

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